DIU HORMONAL
Contracepção de longa duração, com cada etapa definida a partir da sua avaliação.
Algumas mulheres chegam ao meu consultório já decididas pelo DIU hormonal. Outras chegam com dúvidas, ou com receio da dor, de ganhar peso, de o dispositivo sair do lugar.
Nos dois casos, a consulta serve para entender se esse é o método mais indicado para você, com as perguntas respondidas antes de qualquer decisão.
Quando a indicação se confirma, eu mesma faço a inserção aqui no consultório e acompanho você depois dela.
O DIU hormonal é um pequeno dispositivo em forma de T, colocado dentro do útero. Ele libera uma dose baixa de hormônio que age principalmente no próprio útero, com menos efeito no restante do corpo do que os métodos tomados por via oral.
Além de evitar a gravidez, ele costuma reduzir o fluxo menstrual. Muitas mulheres passam a menstruar pouco, algumas deixam de menstruar, sem prejuízo para a saúde, e outras podem apresentar apenas escapes.
Nos primeiros meses, pode haver um sangramento irregular enquanto o útero se adapta. A Dra. Melina Martins explica esse período antes da inserção.
O dispositivo dura de cinco anos em diante, conforme o modelo e a carga hormonal. Pode ser retirado a qualquer momento, e a fertilidade costuma voltar logo após a retirada.
No climatério e menopausa, ele também pode ser usado para proteger o endométrio de quem faz terapia hormonal. Saiba mais sobre reposição hormonal feminina
O DIU hormonal não protege contra infecções sexualmente transmissíveis.
Avaliação
Histórico, ciclo, métodos que você já usou, planos de gestação e exame ginecológico.
Se a indicação se confirma e não há exame pendente, a inserção pode acontecer no mesmo atendimento. Quando algum exame é necessário, ela fica para depois do resultado.
Inserção
O procedimento leva poucos minutos e é realizado no próprio consultório.
Pode haver cólica durante e logo depois do procedimento, e a Dra. Melina Martins conversa antes sobre como deixar esse momento mais confortável.
Acompanhamento
O cuidado continua após a inserção para avaliar a adaptação e tirar dúvidas.
• Para quem quer um método de longa duração, sem precisar lembrar de nada no dia a dia.
• Fluxo menstrual intenso.
• Cólicas fortes, incluindo algumas situações de endometriose e adenomiose.
• Mulheres que não podem ou preferem não usar estrogênio.
• Proteção do endométrio durante a terapia hormonal no climatério e menopausa.
• Vontade de trocar de método, seja a pílula, a injeção ou outro DIU.
• Quem nunca teve filhos também pode usar, após avaliação.
Os dois são métodos de longa duração colocados no útero, mas funcionam de formas diferentes.
O DIU de cobre não tem hormônio e, em algumas mulheres, aumenta o fluxo e as cólicas. O DIU hormonal tende a reduzir o sangramento.
Nenhum é melhor para todas. A escolha depende do seu ciclo, do seu histórico e da sua preferência, e é feita junto com a Dra. Melina Martins na consulta.
Ginecologista
CRM/RJ 1218557 | RQE 56386
O PRÓXIMO PASSO
Agende sua consulta e vamos conversar com calma sobre o DIU hormonal e o seu momento.
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